Anaconda (1997)

1997 / EUA, Brasil, Peru / 89 min / Direção: Luis Llosa / Roteiro: Hans Bauer, Jim Cash, Jack Epps Jr. / Produção: Jack Epps Jr., Verna Harrah, Carole Little, Leonard Rabinowitz; Beau Marks (Coprodutor); Andy Fickman (Produtor Associado); Susan Ruskin (Produtor Executivo) / Elenco: Jennifer Lopez, Ice Cube, Jon Voight, Eric Stoltz, Jonathan Hyde, Owen Wilson, Kari Wuhrer, Danny Trejo

Eu lembro quando “Anaconda” saiu nos cinemas foi uma verdadeira febre e ainda mais que o filme se passa no Brasil então saia várias reportagens na televisão falando da produção, participação dos atores e também o fantástico que fazia várias reportagens com os atores etc. E também como estamos tratando de 1997 e o começo do CGI nos cinemas, vemos uma cobra enorme lutando com algumas pessoas num barco, essa cena era muito legal. Mas revendo agora. Chegamos a conclusão  que é uma verdadeira bosta.

O filme tem um elenco muito bom. Se no meio dos anos 90 eles não tinham um repercussão igual hoje. Agora vemos que Jennifer Lopez, Ice Cube, Eric Stoltz e Owen Wilson. Começaram suas carreiras em filmes bem obscuros e muito mal feitos. O filme claro teve algumas sequencias bem ruins se o primeiro se levou a sério, o segundo foi para água a baixo com uma história cabulosa demais.

O gozado é que analisando o ponto de vista de críticas e etc. Vemos que “Anaconda” inaugurou aquilo que vemos hoje em dia nos cinemas como “Transformers” por exemplo. Onde os filmes são muito ruins mas a bilheteira é um sucesso. E foi o que aconteceu primeiro com essa produção, filme péssimo e a bilheteria estourou demais. E fora claro a repercussão de marketing e etc. Foi uma jogada muito bem elaborada.

O filme foi dirigido por Luis Llosa que nos 90 era o rei! Dirigiu grandes produções como “Inferno Selvagem“, “O Especialista” com Sylvester Stallone e Sharon Stone e “O Caçador do Futuro” com Sherilyn Fenn que fez a Audrey em “Twin Peaks” e David Carradine. Realmente o cara manjava das “trasheiras” e fazia cada “filmão” nos 90.

A história se concentra num grupo que entra na floresta amazônica com o objetivo de fazer um documentário sobre uma tribo indígena e, durante a jornada, conhecem Paul Sarone (Jon Voight), um insano caçador que deseja capturar viva uma anaconda, uma cobra que pode atingir doze metros de comprimento. É claro que o caçador engana a molecada para levar eles até seu objetivo e por fim eles se ferram muito. Basicamente essa é a história do filme.

Esqueci de contar que o filme conta com a presença de Jon Voight que claramente precisava pagar suas contas. Acho que a pior coisa que já fiz nos últimos tempos foi rever “Anaconda” e ainda mais ter assistido na sequencia a parte 2 que nossa senhora, te deixa mal e mal por conta dos elementos narrativos, direção e etc. Uma sequencia muito desnecessária como original do filme.

Nota: 

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O Massacre da Serra Elétrica 3 (1990)

1990 / EUA / 85 min / Direção: Jeff Burr / Roteiro: David J. Schow / Produção: Robert Engelman; Michael De Luca (Produtor Executivo) / Elenco: Kate Hodge, Ken Foree, R.A. Mihailoff, William Butler, Viggo Mortensen, Joe Unger, Tom Everett, Miriam Byrd-Nethery, Jennifer Banko

 É incrível como um filme bom como “O Massacre da Serra Elétrica” conseguiu se estragar em níveis catastróficos e ainda por cima, conseguiu novamente e está enterrando tudo com uma pá de merda enorme a franquia. E isso é uma coisa muito triste na verdade quem mostra que tudo que é bom consegue piorar e muito ainda.

Nem preciso falar de como é maravilhoso o primeiro filme e jogamos louvores para essa obra máxima de Tobe Hoper e para todo o cinema em geral. A segunda parte no qual ele foi “forçado” a fazer por conta de um contratado e ele produziu até que um filme engraçado dentro da sua proposta louca e tem um misto de comédia e horror que consegue se integrar dentro daquele universo.  Mas a terceira parte é ruim! Nossa e é aquele ruim que te da uma raiva enorme. A terceira e quarta parte consegue te deixar nesse animo de raiva.

A terceira parte foi dirigida por Jeff Burr que já dirigiu um monte de filmes B e bem “trash’s” na verdade como “Pumpkinhead – O Retorno“, A série do “Mestre dos Brinquedos” e também um monte de outras obras bem descartáveis na verdade. Lembrando que esse filme conta com o Viggo Mortensen antes da sua fama com “O Senhor dos Anéis” e sua colaboração nas obras do David Cronemberg.

Os estúdios da Cannon que tinha os direitos sobre “O Massacre da Serra Elétrica” queriam porque queriam fazer uma nova produção sobre o “Leatherface” e assim, chegaram a conclusão que iriam fazer independente se Tobe Hopper iria participar ou não. E para isso eles colocaram uma nova família, um novo assassino e tudo novo. E ficou claro uma bosta!

Na história temos um casal de universitários da Califórnia que segue viagem de costa a costa pelos Estados Unidos. E assim eles se perdem da rodovia principal e desembocam numa estrada deserta do Texas, servindo perfeitamente à armadilha montada pela família maluca de Leatherface. E as atuações claro são horríveis como as mortes, a trama. Tudo mesmo.

Nem preciso dizer que o filme foi massacrado pela crítica e também pelos estúdios e demorou para sair depois uma outra sequencia da série “Massacre da Serra Elétrica” que também é outra montanha de bosta que é o filme “O Massacre Da Serra Elétrica: A Nova Geração“. Um verdadeiro desperdício de tempo e dinheiro.

Nota: 

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Hellraiser III – Inferno na Terra (1992)

1992 / EUA, Canadá / 93 min / Direção: Anthony Hickox / Roteiro: Peter Atkins / Produção: Christopher Figg, Lawrence Mortoff; Paul Vincent Coleman (Produtor Assistente); Clive Barker (Produtor Executivo) / Elenco: Kevin Bernhardt, Terry Farrell, Ken Carpenter, Paula Marshall, Doug Bradley

Hellraiser” é um filme que conseguiu se reinventar dentro do que ele propõe para o seu universo de medo, culpa e também de luxuria e pecados. E acho que o terceiro da franquia é a prova de como ele consegue ser uma obra que abrange todo o universo que Clive Barker criou, então ele tem aquela áurea pecaminosa e mostra todo o poder dos cenobitas com cenas muito bem feitas para a época.

Mas calma que nem tudo é flores nesse filme. Ele começa de um jeito no estilo “Psicose” onde você acompanha um protagonista, mas no meio do filme ele muda totalmente. Acho que isso foi uma coisa totalmente desnecessária e também monótona que empaca a produção para explicar como o “Pinhead” aparece na trama. Mas ainda bem que o roteiro conseguiu mudar isso e vemos uma outra forma como é encarando a parte III da franquia.

O filme foi dirigido por Anthony Hickox e ele conseguiu capturar bem como a produção iria funcionar e também como os atores iriam reagir a determinada situação e acho que isso é o verdadeiro “tcham” da produção. Gostei muito também como o Pinhead transforma pessoas comuns em cenobitas para ele formar seu império. E também como ele tem esse teor de blasfêmia e é transgressor com uma qualidade que não vemos nos dois primeiros.

Uma curiosidade é que Peter Jackson iria dirigir esse filme, mas por problemas de contrato e etc. Ele não conseguiu assumir a direção, mas vale um ponto positivo também pela atuação genial de Doug Bradley que continua impecável como o mensageiro da morte cabeça de prego. De longe também vemos que é o filme com uma renda maior que os outros e por isso conseguiu ser bem mais expansivo e também ter mais efeitos. Enfim acho que essa foi a sequencia mais lucrativa.

O filme começa mostrando que Pinhead (Bradley), está aprisionado em um cubo que, acidentalmente, vai parar nas mãos de J.P. Monroe (Kevin Bernhardt), um playboy dono de uma boate. Após um acordo, o demônio é libertado e começa a matar pessoas inocentes. Ele também planeja destruir o cubo, para que nunca mais precise voltar para o inferno. Mas em seu caminho está Joey Summerskill (Terri Farrell), uma jovem repórter que está investigando os terríveis assassinatos.

Apesar desse “prós” que eu mencionei, a terceira parte de “Hellraiser” não é toda essa maravilha não. Apesar de arriscarem e acertarem na maioria das vezes. O elenco secundário como J.P e Joey, simplesmente arrastam o filme e o deixa monótono e bem chato. E você quer ver logo as cenas com o Pinhead. A verdade é que depois da terceira parte mais nenhuma parte de “Hellraiser” vale a pena e eles conseguem estragar um bom filme. Séria mais fácil deletar da mente das pessoas o restante, principalmente “Hellraiser: Revelations“, esse filme não desejo nem para o meu pior inimigo.

Nota: 

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O Silêncio dos Inocentes (1991)

1991 / EUA / Direção: Jonathan Demme / Roteiro: Ted Tally (baseado no livro de Thomas Harris) / Produção: Ron Bozman, Edward Saxon, Kenneth Uth; Grace Blake (Produtora Executiva); Gary Goetzman (Produtro Executivo) / Elenco: Jodie Foster, Anthony Hopkins, Scott Glenn, Anthony Heald, Ted Levine

Acho que “O Silêncio dos Inocentes” é o filme que mais eu vi na minha época de faculdade. Eu fiz cinema por dois anos e numa determinada matéria tivemos que resenhar esse filme e analisar todos os seus efeitos desde câmera, som, atuação e etc. E vendo essa obra com olhos diferentes, você percebe o quanto grandioso e importante foi esse filme para o cinema e também para cultura POP em geral.

É simplesmente impecável a atuação do Anthony Hopkins, você fica realmente com medo dele e ainda mais quando você descobre que para ele compor o personagem, ele não piscava, então você vê a dedicação dele para esse personagem. Principalmente quando corta umas cenas e da para perceber o olho dele cheio de lagrimas de não piscar numa cena de 7 a 10 minutos. Em contraponto a tudo isso temos a detetive Clarice interpretada por Jodie Foster. É legal perceber o contraponto nas duas atuações. E como Foster também vai crescendo junto com o seu personagem.

O filme é baseado na obra de Thomas Harris que escreveu 4 livros sobre o Dr. Hannibal Lecter como “Dragão Vermelho“, “O Silêncio dos Inocentes“, “Hannibal” e “Hannibal, A Origem do Mal“. Os livros na verdade não li nenhum na verdade e sou louco para ler o “Dragão Vermelho” que na minha opinião é melhor filme da série. Já os filmes temos essa mesma sequencia só que saiu em 1986 dirigido pelo Michael Mann o filme “Manhunter” ou como ficou conhecido no Brasil por “O Caçador de Assassinos“. Ele é totalmente baseado no “Dragão Vermelho” e ainda o personagem principal se chama Will Graham e o sobrenome de Lecter muda para “Lecktor“. Uma boa adaptação livre.

A produção foi dirigida por Jonathan Demme, ele é um excelente diretor que sabe flertar com o suspense e a comédia muito bem. Visto pelos seus filmes como “Filadélfia” e “Sob o Domínio do Mal”. O gozado é que os estúdios queriam para interpretar o papel de Hannibal, o  Gene Hackman e para o papel de Claire a atriz Michelle Pfeiffer! Mas ainda bem que isso nunca aconteceu e os papeis certos foram entregues para os atores certos.

A história gira em torno da agente do FBI, Clarice Starling (Foster) que é ordenada a encontrar um assassino que arranca a pele de suas vítimas. Para entender como ele pensa, ela procura o perigoso psicopata, Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), encarcerado sob a acusação de canibalismo. O engraçado é que todos pensam que o grande vilão do filme é o doutor, só que na verdade o psicopata da vez é o “Bufallo Bill” interpretado também magistralmente pelo Ted Levine.

“O Silêncio dos Inocentes” é um filme grandioso demais que consegue facilmente ser uma produção que você bate olho e quando vê que assistir todos os filmes da série. E não é à-toa também que ele ganhou vários prêmios no Oscar e também em outras categorias. Mas a interpretação do Anthony Hopkins é uma coisa a parte, simplesmente maravilhosa e com certeza a melhor coisa do filme.

 

Nota: 5 Caveiras

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Locadora do Trash – 5 Filmes de Psicopatas do Cinema

Terror, Horror e Gore!

Sim amigos o Locadora do Trash está de volta e mais vivo do que nunca.. Acompanhe agora nessa lista irada que fizemos os…. 5 filmes de psicopatas!!!

Créditos da Trilha

Contatos do Locadora

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Quem Participa: 
João,  Dany B. e  Victor

EditorJoão

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Às Vezes Eles Voltam (1991)

1991 / EUA / 97 min / Direção: Tom McLoughlin / Roteiro: Lawrence Konner, Mark Rosenthal (baseado no conto de Stephen Kin) / Produção: Michael S. Murphey; Milton Subotsky, David C. Thomas (Coprodutores); Dino De Laurentiis (Produtor Executivo) / Elenco: Tim Matheson, Brooke Adams, Robert Rusler, Chris Demetral, Robert Hy Gorman

 Acho que já contei em alguma resenha minha experiência com filmes de terror na puberdade, ou seja, pelo ano de 2002 ou 2003 tinha uma locadora perto de casa que fazia uma promoção que você alugava quantos filmes você quisesse por 1 mês por 50 reais.  Esse valor era muito alto naquela época. Então podia alugar só nas férias e aproveitava para assistir o que eu quisesse e terror sempre foi meu gênero favorito então alugava muito tranqueira.

Um desses filmes foi “Às Vezes Eles Voltam”, que é baseado num conto do Stephen King. Lembro que achei o VHS muito assustador, começando pela capa e também achei o filme muito legal. Mas retroassinado agora depois de burro velho, o filme na verdade é a definição da palavra “mediana”, ou melhor, não cheira e nem fede.  Ele apresenta coisas interessantes que já faz parte do universo de King como família, infância, traumas, superação e etc. Não estou dizendo que King não escreve bem e muito ao contrario, é incrível como ele consegue se reinventar com temas muito diferentes.

O filme na verdade ele foi feito para a televisão como a maioria das obras de King nos anos 90 como o “It”, “O Iluminado” entre outros. O filme foi dirigido por Tom McLoughlin que fez outros filmes dentro do gênero do horror como “Sexta-Feira 13 Parte 6: Jason Vive”, “A Outra Face da Inocência” e “Numa Noite Escura”. Alguns viraram uma trasheira e outros ficaram no status de “Cult”mas também é interessante como a obra do diretor também na se repete e para cada filme ele aborda uma óptica diferente.

Mas em “Às Vezes Eles Voltam” vemos um filme quase que clichê como coisas muito obvias que vão acontecendo ao longo da trama e também como ele tenta e tenta ser meio que um suspense com um drama que até essa primeira parte fica legal e você consegue ver a mão de Stephen King na obra, mas do meio para o final. Ele se perde muito e quer colocar um terror saltado e sem lógico com uns “jump scare” desnecessário que só deixa a trama que poderia ser uma obra boa, fica cansativo e também bobo até seu final muito mais meloso e obvio.

A trama conta sobre um professor (Jim Norman) e sua família que se muda para a sua antiga cidade.  Assim ele começa a lecionar em uma escola local. Mas aos poucos o trauma do seu passado começa a assombrá-lo. Quando criança, Norman presenciou seu irmão ser morto por uma gangue cujos membros foram em seguida atropelados por um trem dentro de um túnel. Norman conseguiu sobreviver e fugir. Quando começa a lecionar na escola, alguns de seus alunos são mortos e substituídos pelos assassinos de seu irmão no passado.

Basicamente essa é a trama ou o plot todo do filme. Como eu disse ele apresenta idéias legais no começo, mas são substituídas por uma coisa chata e melosa que só deixa tudo cada vez mais cansativo. Vale lembrar que “Às Vezes Eles Voltam” teve mais dois filmes como “Às Vezes Eles Voltam 2” de 1996 e “Às Vezes Eles Voltam… para Sempre” de 1999. Ainda não tive a chance de assistir essas perolas, mas logo quero conferir e escrever a resenha sofrida para o Terror Mania. Vida de Crítico nunca é fácil.

Nota: 

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Brinquedo Assassino 2 (1990)

1990 / EUA / 84 min / Direção: John Lafia / Roteiro: Don Mancini / Produção: David Kirschner; Laura Moskowitz (Coprodutor); Robert Latham Brown (Produtor Executivo) / Elenco: Alex Vincent, Jenny Agutter, Gerrit Graham, Christine Elise, Brad Dourif, Grace Zabriskie, Peter Haskell

Acho que toda a criança dos anos 90 tem alguma história com o Chucky que assistiu e depois se cagou de medo e tal. A primeira vez que assisti ao filme foi quando eu morava perto de uma locadora, era bem criança e fui assistir na casa de uns colegas da rua. O que mais me assustou foi a reação do pai da menina do que o próprio filme. Ele me fez eu tirar a fita do videocassete e contar para a minha mãe que estava levando filme de terror na casa dela. Nunca esqueci essa passagem da minha vida.

Mas depois de adulto eu voltei a assistir e nossa que filmes bem meia boca na verdade é bem descartável, tem seus momentos, mas claro que não supera o original de 1980 que tem a direção do Tom Holland. Aqui temos a ainda o roteiro de Don Manici que criou todo o conceito do boneco e também o ator original do primeiro que é o Alex Vicent e a voz inigualável de Brad Dourif que praticamente da  a vida ao Chucky.

Don Mancini é o criador, diretor e produtor das séries de filmes. Ele é o que podemos definir daquela pessoa que não largou o osso mesmo, ou seja, o que tiver que aproveitar do filme ele vai fazer.  E é isso que acontece aqui nos vários filmes da série. Um dos pontos altos é como ele consegue ser criativo em criar uma sinopse em algo tão manjado! E digo isso nas produções como “A Noiva de Chucky” e também “O Filho de Chucky” onde fica uma ideia ao mesmo tempo tosca de um boneco constituir família, mas consegue ser original dentro do seu conceito.

Curiosamente a segunda parte do “Brinquedo Assassino” é o mais rentável de toda a franquia, chegando a ser líder de bilheteria nos E.U.A no seu final de semana de estréia. Isso foi um grande marco para a produção do filme, mas claro que a produção foi caindo ao longo do tempo. Sem contar a parte três que é uma coisa horrorosa. E esse ano que vai sair também um novo filme, vai sair direto para DVD, ou seja, tem cheiro de ser uma verdadeira bomba já anunciada.

O filme conta os efeitos de Chucky na vida de Andy (Vincent), que sobreviveu aos ataques do serial killer, assim ele começa a refazer sua vida com o auxílio de uma família adotiva. Tudo vai bem até que os fabricantes do boneco “Cara Legal”, tentam refazer os bonecos e assim Chucky é reconstruído, para provar que não há nada errado com o famoso boneco. Mas claro que essa ideia vai para água a baixo quando a matança recomeça.

Apesar desse filme ter me marcado muito na infância, é o que menos gosto e também o começo do que séria uma onda de filmes galhofas. Mas admito que Mancini teve coragem de mudar completamente a formula do filme e deixar com um humor mais negro, mas mesmo assim pouca coisa se salva dessa produção. Mas agora é esperar estrear “O Culto de Chucky” para ver se eu mordo ou não minha língua com essa nova produção.

Nota: 

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