388 – A Volta dos Mortos-Vivos 3 (1993)

1993 / EUA, Japão/ 97 min / Direção: Brian Yuzna / Roteiro: John Penney / Produção: Gary Schmoeller, Brian Yuzna; Andrew Hersh (Coprodutor); John Penney (Produtor Associado); Roger Burlage (Produtor Executivo) / Elenco: Kent McCord, James T. Callahan, Sarah Douglas, Melinda Clarke, J. Trevor Edmond

É engraçado como certas coisas trazem memórias que ficam no fundo da sua mente. Seja com comida, cheiro ou filmes. Eu sou muito assim principalmente com filmes, tenho boas lembranças com isso, principalmente com as produções de terror. No caso lembro do primeiro filme que vi na casa de um amigo, reunindo meus amigos para assistir essas “trasheiras” ou até com a minha avó que gostava de assistir qualquer tipo de filme.

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347 – Zumbi 2 – A Volta dos Mortos (1979)

1979 / Itália / 91 min / Direção: Lucio Fulci / Roteiro: Elisa Briganti, Dardano Sacchetti (não creditado) / Produção: Frabrizio De Angelis, Ugo Tucci / Elenco: Tisa Farrow, Ian McCulloch, Richard Johnson, Al Cliver

Acho que um dos meus diretores favoritos do cinema italiano em geral é o Lucio Fulci, não digo isso só por conta dos seus filmes de horror que são maravilhosos como também por suas qualidades na direção e tal. Além de criar obras-primas para o cinema de horror, ele criou várias coisas para a cultura POP, como a capa de “Zombie 2” que com certeza você já viu em algum lugar.

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335 – A Noite do Cometa (1984)

 

1984 / EUA / 95 min / Direção: Thom Eberhardt / Roteiro: Tom Eberhardt / Produção: Wayne Crawford e Andrew Lane, Nancy Israel e Sandra Scheik (Produtores Associados), Thomas Coleman e Michael Rosenblatt (Produtores Executivos) / Elenco: Robert Beltran, Catherine Mary Stewart, Kelli Maroney, Sharon Farrell, Mary Woronov

Eu acho que se existe uma definição para filme chato com certeza é “A Noite do Cometa“. Eu assisti esse filme pela primeira na Netflix para falar a verdade, eu acho que todo mundo obliterou essa produção da memória porque você não ouve falar desse filme. Mas claro que nosso queridinho serviço de “streaming” trouxe de volta essa perola par dizer que como essa é coisa é chata, de um nível que você é obrigado acelerar várias partes.

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265 – A Maldição dos Mortos-Vivos (1988)

1988 / EUA / 98 min / Direção: Wes Craven / Roteiro: Richard Maxwell, Adam Rodman (baseado no livro de Wade Davis) / Produção: Doug Claybourne, David Ladd; Robert Engelman (Coprodutor); Victoria Kluge, David B. Parker (Produtores Associados); Keith Barish, Rob Cohen (Produtores Executivos) / Elenco: Bill Pullman, Cathy Tyson, Zakes Mokae, Paul Winfield, Brent Jennings, Conrad Roberts

Acho que um dos filmes de terror mais cabeça que eu já assisti é “A Maldição dos Mortos-Vivos“. O único problema é que eu vi muito cedo na minha vida, quando eu tinha 15 anos. Esse titulo também não ajuda, qualquer adolescente ia pensar que se trata de um puta filme de horror e tal. Principalmente porque ele é dirigido pelo Wes Craven que é o diretor de um monte de filmes de terror foda.

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245 – Despertar dos Mortos (1978)

1978 / EUA, Itália / 127 min / Direção: George A. Romero / Roteiro: George A. Romero / Produção: Richard P. Rubinstein, Donna Siegel (Produtora Associada), Claudio Argento, Alfred Cuomo (Produtores Associados) / Elenco: David Emge, Ken Foree, Scott H. Reiniger, Gaylen Ross

Como eu tinha dito antes na crítica de “A Noite dos Mortos-Vivos“, esse é outro filme onde eu prefiro mais o “remake” que o original. Eu lembro quando assisti ao “Despertar dos Mortos” achei ele bem chato na verdade e bem parado. Anos mais tarde quando estava cursando cinema, a faculdade começou a fazer “sessões a meia-noite” com diversos filmes e tal. Um desses temas era de terror, eu sugeri “Holocausto Canibal“, mas colocaram “Despertar dos Mortos“.

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239 – A Noite dos Mortos-Vivos (1968)

1968 / EUA / P&B / 96 min / Direção: George A. Romero / Roteiro: George A. Romero, John Russo / Produção: Karl Hardman, Russell W. Streiner / Elenco: Duane Jones, Judith O’Dea, Karl Hardman, Marilyn Eastman

Acho que já falei em algum lugar que não gosto tanto do original do George Romero da “Noite dos Mortos-Vivos” por achar o filme muito chato. Não sei porque tenho essa opinião, mas simplesmente não gosto tanto. Pode ser que daqui a 10 anos eu veja e fale: “Caralho! Quer filme foda!“, mas nesse momento não. Prefiro mil vezes a versão do Tom Savini que foi gravado em 1990. Ela é bem mais dinâmica e também bem mais explorada, mas claro que não da para comparar uma obra dos anos 60 que é uma produção “B” com um filme dos anos 90 e com um orçamento bem maior.

George Romero é um dos meus diretores favoritos no cinema, amo todas as suas obras e claro que tem suas exceções, mas ele é sempre uma pessoa bem engajada e também sabe trabalhar muito bem com o roteiro e direção. Um dos pontos alto de Romero é como ele usa seus filmes para fazer várias críticas a sociedade, seja a sociedade do consumo, militarização, globalização, racismo ou até o preconceito com doenças que é o caso de um outro excelente filme do diretor que é “Martin“.

Mas Romero começou a fazer filmes logo quando entrou na faculdade, produzindo e dirigindo comerciais, ele conseguiu levantar uma grana para realizar aquele que séria a revolução no cinema de terror e também a revolução dos filmes de zumbis. Tudo começou quando ele e John Russo fundaram uma pequena produtora, assim eles começaram com 114.000 mil dólares para realizar um filme. A história fica por conta de Russo e Romero, assim George Romero iria dirigir o filme e outro amigo Russell Streiner iria produzi-lo.

Muitos dizem que o filme tem várias críticas tanto a guerra do Vietnã como a guerra fria, então muito o que vemos na produção brinca com essas duas teorias. Tudo começa quando Barbara (Judith O’Dea) e seu irmão estão indo para o enterro da mãe deles e são atacados por um morto. O seu irmão morre e assim ela foge, indo parar numa casa, mas ela percebe que aquele não é o único ser que está atacando as pessoas. Então aparece Ben ( Duane Jones) que vem para resolver as coisas, é engraçado ver como as coisas não mudam na verdade. Se no original dos anos 60 Jones que foi um dos primeiros protagonistas negros a trabalhar num filme não tem voz, no “remake” dos anos 90 a coisa muda de forma e quem não tem voz é a mulher no caso Barbara. Assim quando eles entram dentro da casa para se proteger, eles são atacados por outras criaturas, até que se percebe na verdade vendo um telejornal é que os mortos começaram a andar sobre a terra. E eles precisam sobreviver aos comedores de carne, ou melhor, aos zumbis.

O quem vem depois é só sucesso, dizem que Romero conseguiu faturar só de VHS e também mercado interno um valor de 12 milhões de dólares só com um único filme o que deu treta entre ele e John Russo então ele foi escrever outras coisas e fez um dos meus filmes favoritos que é “A Volta dos Mortos-Vivos” que é um clássico oitentista absoluto.

Em 1999 “A Noite dos Mortos Vivos” foi colocado no congresso nacional dos E.U.A então ele é considerado uma importantíssima obra cultural de todos os tempos. Assim vale também lembrar que nasceu uma sequencia de filmes relacionados a mortos em sua carreira como “O Despertar dos Mortos“, “Diário dos Mortos” entre outros. Apesar de eu não gostar tanto dessa obra, ele é um excelente filme que vale ser visto e revisto e também ver como Romero é um diretor sensacional.

Nota: 

Baixe o filme com legenda aqui

233 – Re-Animator – A Hora dos Mortos Vivos (1985)

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1985 / EUA / 95 min / Direção: Stuart Gordon / Roteiro: Dennis Paoli, William J. Norris, Stuart Gordon (baseado na obra de H.P. Lovecraft) / Produção: Brian Yuzna, Michael Avery, Charles Brand e Bruce William Curtis (Produtores Executivos), Bob Greenberg e Charles Donald Storey (Produtores Associados) / Elenco: Jeffrey Combs, Bruce Abbott, Barbara Crampton, David Gale

Stuart Gordon e Brian Yuzna são campeões em adaptação do lendário escritor H.P. Lovecraft, eles fizeram uma centenas de filmes juntos adaptados dessas obras. Indo de séries que é o caso de “Sonhos na casa da Bruxa” para a série de TV “Masters of Horror”, até filmes mesmo como “Dragon”, “Do Além” e “Herança Maldita”.  Mas é muito difícil adaptar as obras de Lovecraft, quem já leu os livros dele sabe como é. Um exemplo é o Guillermo del Toro que anos e anos tenta adaptar “Nas Montanhas da Loucura”, mas sempre surge um problema nem que seja pelo roteiro como pela produção também.

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