Anaconda (1997)

1997 / EUA, Brasil, Peru / 89 min / Direção: Luis Llosa / Roteiro: Hans Bauer, Jim Cash, Jack Epps Jr. / Produção: Jack Epps Jr., Verna Harrah, Carole Little, Leonard Rabinowitz; Beau Marks (Coprodutor); Andy Fickman (Produtor Associado); Susan Ruskin (Produtor Executivo) / Elenco: Jennifer Lopez, Ice Cube, Jon Voight, Eric Stoltz, Jonathan Hyde, Owen Wilson, Kari Wuhrer, Danny Trejo

Eu lembro quando “Anaconda” saiu nos cinemas foi uma verdadeira febre e ainda mais que o filme se passa no Brasil então saia várias reportagens na televisão falando da produção, participação dos atores e também o fantástico que fazia várias reportagens com os atores etc. E também como estamos tratando de 1997 e o começo do CGI nos cinemas, vemos uma cobra enorme lutando com algumas pessoas num barco, essa cena era muito legal. Mas revendo agora. Chegamos a conclusão  que é uma verdadeira bosta.

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O Hospedeiro (2006)

2006 / Coréia do Sul / 120 min / Direção: Joon-Ho Bong / Roteiro Joon-Ho Bong, Ha Won-jun, Baek Chul-hyun / Produção: Choi Yong-bae, Joh Neung-yeon; Jang Junyoung; Kim Lewis Taewn (Coprodutores); Jeong Tae-sung, Kim Woo-Taek (Produtores Executivos) / Elenco: Song Kang-ho, Byeon Hie-bong, Park Hae-il, Bae Doona, Ko Ah-sung

De um bom tempo para cá, eu acho o cinema coreano o melhor do mundo. Desde filmes de ação, até suspense e principalmente o horror. Os coreanos estão mostrando para que veio. Quando eu escrevi a crítica de “Eu Vi o Diabo“, citei os filmes do Kim Jee-woon e principalmente do Park Chan-wook que é um dos meus diretores favoritos.

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A Bolha Assassina (1988)

1988 / EUA / 95 min / Direção: Chuck Russell / Roteiro: Chuck Russell, Frank Darabont / Produção: Jack H. Harris, Elliott Kastner; Andre Blay (Produtor Executivo) / Elenco: Kevin Dillon, Shawnee Smith, Donovan Leitch Jr., Jeffrey DeMunn, Candy Clark, Joe Seneca

Acho que um dos filmes que mais passava no SBT nos anos 90 era “A Bolha Assassina“. Acho que já vi esse filme umas 300 vezes em um quando passava no extinto “Cinema em Casa” que contava com um monte de filmes de terror da hora e comédias muito boas dos anos 80.

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It – Uma Obra Prima do Medo (1990)

1990 / EUA / 192 min / Direção: Tommy Lee Wallace / Roteiro: Lawrence D. Cohen, Tommy Lee Wallace (baseado na obra de Stephen King) / Produção: Mark Bacino, Allen S. Epstein, Jim Green (Produtores Executivos) / Elenco: Jonathan Brandis, Brandon Crane, Adam Faraizl, Tim Curry, Emily Perkins, Seth Green, Harry Anderson, Dennis Christopher, Richard Mansur, Annette O’Toole, Tim Reid, John Ritter, Richard Thomas

It – Uma Obra Prima do Medo” é outro filme que entra na categoria filme que demorei demais para assistir e não sei porque? Na verdade eu sei sim, odeio palhaços e a capa do filme era muito assustador, principalmente para uma criança. Mas eu lembro a primeira vez que eu assisti, foi em 2008. Aluguei o DVD e fui assistir com os meus amigos, regado a refrigerante ruim e pizza de supermercado. E a minha surpresa maior foi que o filme tinha 3 horas de duração e era bom para caramba!

Ele é adaptação de um livro do autor Stephen King que em português chama “A Coisa“, infelizmente nunca li o livro, mas está na minha lista de livros que preciso ler antes de morrer. Porque elogiam demais essa obra. Mas essa história teve uma ótima adaptação tanto pelo roteirista Lawrence D. Cohen que trabalhou com Brian DePalma no roteiro de “Carrie, A Estranha” e também outras séries que foram baseadas nas histórias de King. Sem falar também na direção de Tommy Lee Wallace que simplesmente dirigiu um dos meus filmes de terror favoritos que é “A Hora do Espanto 2“.

Mas tudo isso só fez meu amor por esse filme aumentar, apesar de ser uma história bem datada, com os sustos em sim serem bem calculados e óbvios, os efeitos também não colaboram. O filme consegue ainda sim ser uma ótima referencia, não é atoa que essa obra foi inspiração para “Stranger Things” também. Gosto muito com a história é dividida entre a fase adulta e a infância, os medos primais e etc. E sem falar nos traumas que é o “tcham” da obra.

Tim Curry está incrível como o palhaço assassino “Pennywise“, a maquiagem combinada com as caras do autor é simplesmente incrível. Ele é um excelente ator, mas vale falar do elenco infantil também que foi escolhido pelo diretor e pelo roteirista e olha acertaram em cheio viu. O filme teve um orçamento de 12 milhões mas ele conseguiu capturar bem o seu publico e também conseguiu vários elogios e claro ter uma marca na cultura POP para sempre.

A maioria ou quase todas as histórias do Stephen King se passam no Maine. E assim a história começa em Derry uma pacata cidade que foi aterrorizada 30 anos atrás por um ser conhecido como “A Coisa”. Suas vítimas eram crianças, e todos os viam como o palhaço Pennywise. Assim ele retorna de 30 anos 30 anos. Quem sente sua presença quando retorna é Michael Hanlon (Tim Reid), um bibliotecário e único de um grupo de sete amigos que continuou morando em Derry. Assim ele liga para Richard Tozier (Harry Anderson), Eddie Kaspbrak (Dennis Christopher), Stanley Uris (Richard Masur), Beverly Marsh Rogan (Annette O’Toole), Ben Hanscom (John Ritter) e William Denbrough (Richard Thomas), pois todos os sete quando jovens, viram “A Coisa” e juraram combatê-la, caso surgisse outra vez.

Gosto muito como os conflitos são resolvidos, apesar do final do filme ser uma verdadeira droga sem sentido. Mas ainda vale muito a pena assisti-lo. Uma outra coisa que vale a pena são as diferenças dos medos das crianças e dos adultos, tipos eles só mudam de forma mas os medos e erros só se multiplicam. Vale a pena ressaltar que esse ano vai lançar o “remake” do filme então parece que promete. É aguardar para ver e não ter medo né?

Nota: 

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Os Pássaros (1963)

1963 / EUA / 119 min / Direção: Alfred Hitchcock / Roteiro: Evan Hunter, Daphne Du Maurier (história) / Produção: Alfred Hitchcock (não creditado) / Elenco: Rod Taylor, Tippi Hedren, Suzanne Pleshette, Jessica Tandy, Veronica Cartwright

Acho que tirando “Psicose“, “Janela Indiscreta” e “Disque M para Matar“, “Os Pássaros” do diretor Alfred Hitchcock é sem sombra de dúvidas um dos meus filmes favoritos de todos os tempos do mestre do suspense. Lembro que vi o segundo filme antes do original, ele passava no SBT na verdade e outra lembrança que tenho bem nítida dessa filme é quando a Warner ou a Universal passava trechos dos seus filmes naquelas fitas VHS e tinha uma cena de “Os Pássaros” quando eles atacam as crianças na escola e os coloca para correr.

Gosto muito desse filme também porque em si ele não tem uma explicação do porque dos ataques dos pássaros, ele simplesmente acontece e você tem que sobreviver aquilo, acho isso muito genial e também muito corajoso da parte de Hitchcock. O filme teve alguns problemas para ser desenvolvido começando pela recusa de Joseph Stefano com quem o diretor trabalhou em “Psicose“, até problemas de financiamento e claro com atriz principal Tippi Hedren.

Não é novidade para ninguém que Alfred Hitchcock tinha um problema com as mulheres tanto nos filmes como na vida real. Biografias diziam que ele era sexualmente retraído e sofreu um certo abuso na infância. Acho que um dos fetiches maiores do diretor é o uso de mulheres loiras em seus filmes, desde atrizes como Kim Novak ou Grace Kelly. Mas com a atriz Tippi Hedren ele fez um verdadeiro inferno, desde manter o contrato da atriz preso por anos para que ela não trabalhasse mais, até contratar pessoas para segui-la o dia todo.

Mas voltando ao filme, vários pássaros foram usados na gravação do filme e novamente a atriz Tippi Hedren sofreu nas mãos do diretor, em uma das cenas da para ver nitidamente o desespero da atriz quando o diretor jogou um pássaro nela, isso resultou num corte em seu rosto.  Outra curiosidade é que o filme não apresenta uma trilha sonora elaborada.

A história começa quando Melanie Daniels (Hedren) que é uma rica socialite. Conhece o advogado Mitch Brenner (Rod Taylor) em um pet shop e fica interessada nele. Após o encontro ela decide procurá-lo em sua cidade. Ela dirige por uma hora até a pacata cidade de Bodega Bay, na Califórnia, onde Mitch costuma passar os finais de semana. Entretanto, Melaine só não sabia que iria vivenciar algo assustador: milhares de pássaros se instalaram na localidade e começam a atacar as pessoas. O filme também tem algumas cenas bem de “gore” principalmente quando Melaine e Mitch vão na fazenda de um senhor e quando entram no quarto um dos pássaros está bicando os olhos do velho.

O filme conseguiu arrecadar bem nas bilheterias apesar de não ser um filme habitual de Hitchcock, ele custo 3,3 milhões para os estúdios e faturou 11 milhões. O legal também é que o filme não apresenta um “The End” então indica que aquilo não acabou ai, como vemos no final do filme. Quando Mitch diz que os pássaros voltaram. E voltam na sequencia de “Os Pássaros 2“. Um excelente filme que merece ser visto e revisto, porque é um clássico insuperável do mestre do suspense.

Nota: 5 Caveiras

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A Noiva de Frankenstein (1935)

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1935 / EUA / P&B / 75 min / Direção: James Whale / Roteiro: William Hurlbult, John Baldeston (baseado nos personagens de Mary Shelley) / Produção: Carl Laemmle Jr. / Elenco: Boris Karloff, Colin Clive, Valerie Hobson, Ernest Thesiger, Elsa Lanchester

A primeira vez que assisti “A Noiva de Frankenstein“, achei um filme maravilhoso e a mesma coisa aconteceu com todas as vezes que assisti. Ano passado eu li o livro e assisti aos filmes, tanto a versão que fizeram com o Boris Karloff de 1931 como a versão que o Kenneth Branagh fez em 1994. Acho que nenhuma das duas pegou o verdadeiro sentimento do livro e da criatura como esse filme conseguiu fazer.

É interessante você analisar os sentimentos da criatura em relação a vida e a outras questões como porque eu estou vivo? O que é a vida? Eu tenho alma? Essas coisas, acho isso fantástico no livro e também como o homem que brinca de ser deus se prejudica bastante com isso. O filme foi dirigido por James Whale, o mesmo diretor do original de 1931, gosto muito de como também o próprio diretor de uma liberdade maior para Karloff poder interpretar o seu monstro e também mostrar a evolução dele, se no primeiro filme o monstro não falava, aqui ele demonstra sentimentos de amor até o ódio é legal como o ator conseguiu demonstrar essas ações por várias interpretações.

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A história de Frankenstein é clássica, todos conhecem que ele foi feito numa noite de tempestade no castelo de Lorde Byron, onde entediados eles resolveram fazer história de horror e a melhor história ficou por conta de Mary Shelley que contou a história de um homem e sua criatura, os perigos da ciência moderna e etc. A franquia das história pela “Universal Estúdios” fez tanto sucesso que lançaram vários filmes, mas a maioria não tem o Boris Karloff no elenco. Mas também foi cada galhofada, filmes como “O filho de Frankenstein“, “O Fantasma de Frankenstein“, “Frankenstein vs O Lobisomem” e por ai vai.  O sucesso comercial de “A Noiva de Frankenstein” foi muito boa, já que ele custo coisa de 350 mil dólares e faturou 2 milhões, por isso o sucesso dos filmes de monstros. A crítica também adorou o filme e os elogios a Karloff foram vários e não é atoa, já que ele está muito bem no filme.

A história começa quando termina o filme de 1931. O Dr. Henry Frankenstein (Colin Clive) e seu monstro (Karloff) voltam a se encontrar, pois a criatura não estava morta como todos inicialmente acreditavam. O pesquisador planeja parar suas demoníacas experiências mas tem sua curiosidade aguçada quando um antigo professor seu, o louco Doutor Pretorius (Ernest Thesiger), lhe diz que também teve sucesso em criar vida artificial. Frankenstein segue Petrorius até o laboratório, onde este lhe revela suas experiências, criando vida humana como se fossem sementes. Petrorius lhe mostra várias redomas de vidro com suas criações: diminutos homúnculos, que simulam rei,rainha, bispo e o diabo, dentre outros.

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O doutor Pretorius quer a ajuda de Henry Frankenstein para criar uma criatura fêmea, mas este se recusa. Quando Pretorius se encontra com a criatura, que agora fala, bebe e fuma graças à convivência com um ancião cego e que vivia isolado nas montanhas, ele a convence a se juntarem para que a experiência seja realizada. Assim, Petrorius e a criatura sequestram a esposa de Henry, fazendo com que ele concorde em ajudá-los na nova criação: a companheira do monstro que a sensacional atriz Elsa Lanchester tão bem interpretou.

A verdade é que “A Noiva de Frankenstein” é um dos meus filmes  favoritos, desde o cinema de horror como o próprio cinema de gêneros, adoro muito esse filme, toda a carga dramática e também todo seus desafios ao readaptar uma obra clássica e dar uma nova versão que foi construída para os cinemas. Um filme muito sensacional que merece e muito ser lembrado para sempre como um dos melhores filmes de todos os tempos.

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Nota: 5 Caveiras

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O Monstro Canibal (1988)

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1988 / EUA / 77 min / Direção: John Carl Buechler/ Roteiro: Don Mancini/ Produção: Bob Wynn, Charles Band/ Elenco: Yvonne De Carlo, Debrah Farentino, Brian Robbins, Pamela Bellwood, Vince Edwards, Jeffrey Combs

Os anos 80 é um época muito louca, acho que se você analisar essa década num contexto de política, economia, cultura e etc. Tudo é muito bizarro e espalhafatoso. Na música nem se fale, nos filmes então só coisa clássica. Mas apesar de bizarro, eu acho a melhor década de todas, principalmente nos cinemas pelos filmes toscos e exagerados e quem ganha mais com isso é o cinema de terror, que olhando para trás vemos o numero de filmes maravilhosos que foram produzidos.

Mas muito dessas coisas não temos mais contato e é difícil de achar na verdade. Mas graça a internet essa coisa maravilhosa, vários clássicos dessa década perdida voltaram com tudo. Como “Dollman“, “O Mestre dos Brinquedos“,” Maniac Cop” e etc. E o melhor é quando você acha um canal no Youtube com todas esses trash’s de primeira, está tudo ali pronto para ser assistido. Um desses filmes que escolhi foi “O Monstro Canibal”, eu descobri esse filme por gif’s no tumblr. E por lá o filme parecia uma tosqueira só, mas quando assisti! Nunca aquele vídeo do baiano escovando o dente e dizendo: “Veio, que viagem é essa” fez tanto sentindo na minha vida.

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O filme foi produzido pelo Charles Band. Para quem não conhece, ele é o dono da “Full Moon Pictures“, responsáveis por boa parte dessa tosqueiras dos anos 80 que mistura o terror com a comédia. O estúdio é o responsável pelas franquias “Brinquedos Diabólicos” que já conta com 4 maravilhosos filmes, “O Exterminador do Século 23” que ainda não tive a felicidade de assistir e também a série de filmes “Subespécies” que uns amam e outras odeiam, já digo que estou no time dos que odeiam. Mas enfim Charles Band produziu uma caralhada de filmes.

Outra coisa também é que o roteiro é de Don Mancini! O responsável por criar um ícone do terror que é “O Brinquedo Assassino“. Esse foi o primeiro filme que Mancini vai escrever e no mesmo ano de 1988, sai o filme do Chucky que rendeu uma boa grana para ele e várias continuações excelentes. E lembrando que ano que vem vai sair mais um filme da série Chuky esperar para ver. Mas enfim outro coisa legal é que o filme faz referencia a outro excelente filme que é “Re-Animator” do Stuart Gordon, primeiro porque tem o pôster do filme na parede e segundo quem da as caras nesse filme é Jeffrey Combs que fez a trilogia “Re-Animator“, fez “Do Além” e também participou da série “Master of Horror” no episódio dirigido por Gordon que é o “O Gato Preto” de Edgar Allan Poe.

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Mas com tanta gente boa envolvida no filme, essa produção deve ser excelente né? Errado! O filme é uma bosta e das piores ainda. O filme não tem ritmo, a fotografia é horrível, os atores são péssimos e também o monstro que é muito  mal feito. Tentar filmar de perto ele para economizar na maquiagem e nos efeitos, deixou ele parado e nem um pouco aterrorizante. Até os filmes do Ted Nicolau pelo menos tem mais pavor e maquiagem bem feita do que esse filme. Uma vergonha e ainda por cima a história não tem pé e nem cabeça. O filme claro foi lançado diretamente para home-video e a recepção acredito que nem existiu já que só em 2013 o filme foi lançado para DVD e ainda aquelas copias que vem com 4 filmes juntos para compensar a compra.

A história se foca em Whitney (Debrah Farentino) uma desenhista de quadrinhos, que vai para um estúdio bizarro no meio do mato (???) para desenhar. Lá ela começa a trabalhar nos desenhos de um antigo autor de um revista de terror que ela lia quando criança. O desenhista morreu a 30 anos atrás sobre situações misteriosas. Assim ela consegue atrair essa maldição da criatura que o outro desenhista criou, o  temido “monstro canibal“. O filme da uma viajada quando a criatura simplesmente não as mata ela também as absorve, assumindo suas características genéticas. O filme também consegue ser uma espécie de “Vampiros de Alma“.

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O filme é uma verdadeira porcaria sem pé e sem cabeça mesmo. Tenta ser algo que não é, com vários mistérios que não tem sentido e só serve para irritar o espectador mesmo. Passei tanta raiva assistindo a esse filme, para ter um final sem sentindo nenhum. Até agora estou tentando entender o que aconteceu. Acho que todo filme vale ser assistido por titulo de curiosidade mas se quiser preservar seu cérebro e fazer outra coisa, você com certeza vai ser mais esperto do que eu.

Nota: 

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