Audition (1999)

1999 / Japão, Coreia do Sul / 115 min / Direção: Takashi Miike / Roteiro: Daisuke Tengan (Baseado no livro de Ryû Murakami) / Produção: Satoshi Fukushima e Akemi Suyama, Toyoyuki Yokohama (Produtor Executivo) / Elenco: Ryo Ishibashi, Eihi Shiina, Tetsu Sawaki, Jun Kunimura

Acho que “Audition” foi o filme que mais demorei para assistir do diretor Takashi Miike que é um dos diretores para lá de perturbados e também um dos mais legais. Para você ter uma ideia do nível dele, ele dirigiu um “média-metragem” para aquela série do “Show Time” o “Masters of Horror” e conseguiu ser censurado por exibir cenas de aborto e canibalismo. Uma coisa muito pesada, principalmente para um canal de televisão.

Takashi Miike é um dos meus diretores favoritos do cinema oriental. Ele sempre usa um estilo bem carregado e cheio de referencias com animes e etc. Para mim um que é sua obra-prima é o filme “Ichi the Killer” que é baseado num mangá ultra-violento e ele consegue como ninguém capturar aquela violência excessiva. Não é atoa também que Tarantino o convidou para fazer uma participação especial em “O Albergue” do diretor Eli Roth. Outro filme que é do caralho e está disponível na Netflix é “13 Assassinos” que é uma homenagem aos “Os Sete Samurais” do diretor Akira Kurosawa.

Mas foi com “Audition” que Miike conseguiu uma certa notoriedade para o ocidente e assombrou com uma obra perturbadora, mas também muito bonita no ponto de vista da fotografia, direção e atuação. O filme foi um sucesso no resto do mundo em festivais especializados e o gozado que a obra só estreou no Japão no próximo ano, ou seja, em 2000.

O filme apresenta uma trama pautada no mistério e também em “flash-back’s” e claro que apresenta também várias cenas com “gore” e “splatter“. Mas para falar a verdade não é tudo isso, pelo menos essas cenas mais “nojentas“. Claro que isso não tira o mérito do filme e sim o melhora para mostrar que a produção tem conteúdo e não precisa se pautar em vulgaridades desnecessárias para se mostrar um bom filme.

A história se passa sete anos após a morte da esposa do executivo Aoyama (Ryo Ishibashi). Assim ele é convidado a participar do teste para a escolha de uma atriz. Ao analisar os currículos, sua atenção é capturada por Asami Yamazaki (Eihi Shiina). No dia da audição, ela é a última a ser entrevistada. Aoyama anota seu telefone e a convida para jantar. Ele fica muito entusiasmado em sair com Asami, mas o que ele não sabe é que ela é uma sociopata e com um passado estranho. E sua forma de matar é uma das piores possíveis, ela decepa membro por membro de suas vitimas até eles ficarem um cotoco.

No Brasil o filme se chama “Teste Decisivo” que também é uma boa tradução para o filme. Acho que esse é um dos filmes mais populares do Takashi Miike que divide sua filmografia entre boas produções e filmes regulares. Mas mesmo assim são obras geniais que merecem serem vistas. “Audition” é um dos melhores filmes de terror de todos os tempos e também consegue impressionar pela frieza que o filme vai se levando. Um excelente filme que sinceramente é recomendado para quem tem paciência e um estomago forte.

Nota: 5 Caveiras

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O Antropófago (1980)

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1980 / Itália / 90 min / Direção: Joe D’Amato / Roteiro: Joe D’Amato, George Eastman / Produção: Joe D’Amato, George Eastman, Oscar Santaniello / Elenco: Tisa Farrow, George Eastman, Saverio Vallone, Vanessa Steiger, Margaret Donnelly, Mark Bodin

Canastra! Canastra! Canastra! O que dizer dos filmes de terror italiano dos anos 80 a não ser por sua pura canastrice, formulas baratas de sustos, nudez, mas muito e muito gore e claro cenas icônicas tanto dos filmes do Lucio Fulci como do Ruggero Deodato. Só filmão! Um dos diretores que merece e muito entrar nesse hall de diretores pilantras (falo isso no bom sentindo) é Joe D’Amato, além de ter feito esse excelente filme como também outros de terror como “Buio Omega“, aquele filme da mulher canibal e “Papaya: Love Goddess of the Cannibals” e claro “The Arena” aquele filme “sexplotation” com a Pam Grier, onde mulheres lutam em arenas romanas para sobrevivência. Realmente um diretor de mão cheia.

Mas por muito anos “Anthropophagus” foi um filme banido em vários países e também entrou em várias listas das produções mais polemicas de todos os tempos e tal. Mas na verdade o filme é um “slasher” com muito “splatter“. A famosa cena que na verdade causou esse reboliço todo, foi por conta que o assassino que é um canibal mata uma grávida e arranca o feto e come ele, mas não é tão explicito e também era um coelho esfolado (lembrando que o italianos nunca tiveram uma preocupação com os animais). Então falaram muito para pouca coisa. O Reino Unido sempre teve esses problemas com filmes, quando ele foi exibido lá, o filme teve vários cortes e também mudou o nome para “The Grim Reaper“, só em 2015 eles assistiram o filme sem cortes.

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Vale também lembrar que o “Anthropophagus” ganhou várias sequencias oficiais e não oficiais, como o porno bonachão de D’Amato que é “Porno Holocausto” onde esse filme segue o mesmo do anterior do diretor, filmado em 1981, o filme mostra uma galera que vai até uma ilha e lá eles também são perseguidos por um assassino, acho que a principal diferença, é que nesse filme apresenta um sexo explicito. Outra coisa que vale citar é que temos um remake desse filme que é alemão e se chama “Antropofágico 2000” que saiu em 1999.

O filme já começa no melhor estilo “Tubarão” lembrando que tudo que os E.U.A faziam nessa época, os italianos copiavam da forma mais tosca terrível. Assim um casal está caminhando pela praia, e uma moça decide entrar na água, então temos aqueles “takes” da visão do assassino de baixo da água e também a melhor cena que é quando ele sai da água usando um “cotelo” tipo como ele consegue nadar no mar de baixo da água com isso? Assim ele mata a moça e o cara que estava curtindo um som deitado numas pedras também é assassinado. Assim um grupo de turistas vão para a Grécia e  dentro de um bondinho conhecem Julie (Tisa Farrow), ela pede carona para eles, e junto com outro amigos eles vão de barco até uma ilha remota. Ao chegar lá, eles encontram a ilha totalmente deserta e algumas pessoas que desapareceram, assim os sobreviventes percebem que estão sendo perseguidos por algo misterioso. O bacana é que demora para saber pelo que eles estão sendo perseguido, o assassino vai aparecer na verdade quase no final do filme, e o ruim é que isso acelera o processo de mistério e tal.

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Vale lembrar que estamos falando de um filme de terror italiano dos anos 80, então muita da maquiagem é tosca como numa cena onde um cara que está no barco é morto, e uma mulher acha a cabeça do cara e da para ver nitidamente que não passa de um boneco. Então você tem que relevar esses efeitos, como também o roteiro que não explica nada porque o assassino está matando e comendo a carne do pessoal. É legal uma explicação que o filme apresenta de que o assassino matou a mulher sem querer e a devorou porque estava em alto mar e isolado, mas porque ele ficou deformado? E mais ainda porque ele come carne humana? Tudo isso você tem que relevar mesmo para ele ser um excelente filme.

Joe D’Amato e George Eastman, ou melhor, Aristide Massaccesi e Luigi Montefiori são parceiros nos filmes, onde um dirige e escreve e outro também escreve e atua, e aqui Eastman, faz o assassino icônico de dentes sujos devorador de fetos. Vendo os relatos dos dois, o filme foi feito para um outro mercado, já que dentro da Itália, o filme passou despercebido. Outro fato é que o filme agradou uma grande parcela da crítica, mas não ajudou no processo de divulgação e também de produção do filme. Uma pena porque apesar dos pesares, “Anthropophagus” é um puta de uma produção e muito bem realizada que consegue arrancar gritos e também aquele sentimento de nojo das pessoas. Hoje ele tem aquele sentimento de filme “cult” mas vale muito a pena assisti-lo.

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Nota: 

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Trash – Náusea Total (1987)

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1983 / Nova Zelândia / 91 min / Direção: Peter Jackson / Roteiro: Peter Jackson, Tony Hiles, Ken Hammon / Produção: Peter Jackson / Elenco: Terry Potter, Pete O’Herne, Craig Smith, Mike Minett, Peter Jackson, Doug Wren

Trash – Náusea Total” é o primeiro filme  do aclamado diretor Peter Jackson, sim aquele mesmo que fez a ótima trilogia do “Senhor dos Anéis” e a mais ou menos “O Hobbit“. Mas claro que ele tem uma viés trash! Só lembrando de “Fome Animal” que foi um filme polemico e rolou aquela história de sacos de vomito no cinema e tal. Mas Jackson fez filmes fodas como “Almas Gêmeas“, “Espíritos” e “Meet the Feebles” que é uma viagem só.

Com tudo isso quero dizer que antes de Jackson se vender para os estúdios, ele era um diretor guerrilha, arregaçava as mangas e ia fazer filme. Visto pelo seu primeiro filme que ele juntou dinheiro com amigos, filmou tudo de forma bem amador, porque era o que tinha e ele demorou quatro anos para terminar seu filme, já que ele filmava de final de semana. Seus amigos o ajudaram fazendo maquiagem, atuando e fazendo a produção.  E o resultado foi um filme muito,mais muito foda!

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Bem seu roteiro é qualquer coisa. Mas quem se importa? O resumo do filme poderia ser só “Aliens vem para a terra para transformar humanos em comida e servi-los na  sua rede de fast-food“. E está correto, essa é a sinopse de toda a produção. Mas claro que temos um Peter Jackson começo de carreira e inspirado em Sam Raimi com o seu incrível “Evil Dead“. Num filme que marcaria como sendo um rei da trasheira, daquelas que você assiste uma vez passa mal e logo indica para todos os seus amigos verem isso.

A história se passa em  Kaihoro, na Nova Zelândia. Uma cidade pacata, só que de uma hora para outra teve toda a sua população misteriosamente desaparecida. A explicação para o fenômeno não demora a surgir: houve uma invasão alienígenas, que após tomarem a forma humana, saem à caçada da carne de suas vítimas para abastecer uma rede intergaláctica de “fast-food“. A história também é marcada por vários gore, como uma cena onde um investigador cai de um rochedo e tem a tampa da cabeça arrancada, e assim seu cérebro só sai um pouco da cachola. E o que ele faz? Colocara para dentro seu cérebro e prega com fita e grampeador. Simplesmente genial.

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Esse é um dos primeiros filmes que Jackson usa o splatter para empolgar sua história, fora que não precisa de mais nada. É só mostrar também seus E.T. que é uma nojeira só. Principalmente no final (olha o spoiler) onde eles estão reunidos numa casa e humanos estão juntos e eles tomam uma sopa nojenta. E claro aquela capa que até hoje é bem foda, onde um alien está mostrando o dedo da vergonha e segurando uma AK-47; Sinto muita falta desse Peter Jackson corajoso e gorezão mesmo.

Trash – Náusea Total” , ou melhor, como é conhecido em Portugal “Carne Humana Precisa-se” é o meu segundo filme favorito de Peter Jackson. Só perdendo para claro “Fome Animal” que ai sim é outro nível também. Mas é interessante ver e conferir a obra desse excelente diretor, ou melhor, vendido diretor que começou com tudo nos cinemas, mas foi caindo e se vendeu para os estúdios! E ai fica minha pergunta. Será que Jackson também é um alien de corporações como mostra nesse filme?

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Nota:  5 Caveiras

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Elephant (1989)

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1989 / Irlanda / 39 min / Direção: Alan Clarke / Roteiro: Bernard MacLaverty/ Produção: Danny Boyle / Elenco: Patrick Condren, Michael Foyle, R.J. Taylor, Gary Walker

Lembro que a primeira vez que assisti “Elephant” foi para um curso sobre crítica cinematográfica e nossa fiquei impressionado que o filme não apresentava história e sim uma combinação de cenas gore e também num contexto social de violência dos anos 80. Mas assim mesmo que assisti a essa produção consegue ficar chocado pelo alto grau de violência, como também pela história que é interessante. Mas porque nos interessamos tanto pela violência?

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Não lembro o que coloquei naquela crítica que fiz no curso. Mas re-assistindo o filme e pesquisando sobre essa obra. Vejo que na verdade ela é genial, e quis de uma forma ousada denunciar os problemas sociais de uma Europa caótica. O filme que apresentava como titulo “O elefante na nossa sala de estar ” que é uma referência aos vários problemas sociais da Irlanda do Norte. O filme que saiu direto em vídeo, ou seja, saiu direto para a televisão e teve como produtor o Danny Boyle que na época trabalhava na BBC irlandesa.
A direção fica por conta de Alan Clarke que é conhecido por fazer filmes polêmicos, morreu um anos apos “Elephant” ficar pronto. A história é muito baseada em casos da policia e assim da um certo ainda mais realista ao filme. Varias cenas de plano sequencia que o filme apresenta, você vê em outra produção que tem o mesmo titulo que é “Elefante” do diretor Gus Van Saint que retratou os tiros em “columbine“, com essa mesma estética de poucos diálogos, ação cru e também a fotografia clara e escura, se combinando sem um meio termo.

A história como eu disse no começo, não tem. Simplesmente são pessoas normais andando na rua ou dirigindo e encontrando alguma outra pessoa e atirando nela. O efeito de você ver aquilo realizado tantas vezes te deixa ao mesmo tempo anestesiado pela brutalidade do ato de matar, como contemplativo com o ato da matança em si. É impossível você terminar essa filme e não sentir algo. A vários questionamentos filosóficos na minha opinião de como encaramos a violência tanto numa questão social como geopolítica que é essa briga com a Irlanda do Norte que surge grupos de extrema violência que foi o I.R.A, que foi a inspiração para o filme.

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Gostei muito dessa discussão, principalmente porque assisti com um grupo de alunos. E foi interessante os questionamentos que uma produção com esse peso pode gerar. É claro que a violência é crua e surreal e não é para todo mundo, porque o grau de realidade é impressionante e aquele gore de você simplesmente ver a cabeça de outra pessoa voar por causa de um tiro. E também pode ser meio cansativo, mas acho que isso vem acompanhada com a sensação de violência, principalmente quando estamos numa era de extremos como hoje em dia. Mas será que um dia saímos dessa realidade de tudo ser ao extremo?

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Nota:  5 Caveiras

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Tokyo Gore Police (2008)

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2008 / Japão / 110 min / Direção: Yoshihiro Nishimura / Roteiro: Yoshihiro Nishimura, Kengo Kaji, Sayako Nakoshi / Produção: Satoshi Nakamura, Yoko Hayama, Yoshinori Chiba / Elenco Eihi Shiina, Itsuji Itao, Camille LaBry, Shōko Nakahara, Sayako Nakoshi

Nos últimos anos o Japão vem se destacando seu mercado para os filmes mais “zueira” com várias pitadas do gore, sexo e humor negro. Lembrando dos filmes Takashi Miike como “Audition“, “Ichi-The Killer” e a comédia musical “Happiness of the Katakuris“. Até os mais rasgados como “Zombie Ass“. Não importa os japoneses adoram fazer essa maluquices.

Mas “Tokyo Gore Police” trabalha sobre camadas. Gostei muito dos exageros do filme, mas para mim em particular deixou muito cansativo em várias partes. Mas claro que tirando isso o filme é muito bom. Voltando ao assunto “camadas“, ele pega o lance do “Robocop” do diretor Paul Venhover ao falar da polícia sendo privatizada. Assim a policia de Tóquio vive um estado de ditadura, fazendo o que querem sem se preocuparem com a justiça por esse abuso. Mas “Tokyo Gore Police” lembra “Robocop” em vários aspectos, tanto no lance da privatização da policia, como também a interferência da mídia na vida das pessoas, mas nesse caso o exagero e humor negro vai ao extremo.

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O diretor Yoshihiro Nishimura que escreveu, dirigiu e também fez os efeitos especiais do filme, adora fazer esses “torture porn” com temáticas mais loucas o possível. Seja por filmes como “Robô Gueisha“, “Mutant: Girl Squad” e por ter participado também do ambicioso “ABC da Morte“. Ele cria um universo próprio, no ” Tokyo Gore Police” a ironia é levada ao extremo ao vermos comerciais de materiais de suicídio “fofinhos” e também por mostrar execuções ao vivo.  Toda essa irreverência no filme é colocada em choque quando analisamos friamente o quanto distante estamos dessa realidade mesmo?

Mas voltando ao filme, temos uma policial Ruka (Eihi Shiina) que caça “engenheiros” uma espécie de mutantes que são psicopatas e matam qualquer pessoa por puro prazer. Assim é dever de Ruka deter a qualquer custo esses mutantes. Mas quando um novo vilão aparece que se mostra um “serial killer” de verdade, as coisas começam a ficar feias para o esquadrão privatizado da policia. Então Ruka vai atrás desse cara e acaba gravemente ferida e ela vira uma “engenheira” também.

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Aos poucos vemos aquele Tóquio utópica virar um caos e as coisas começam a perder o controle. Nesse ponto o caos também fica nítido no roteiro que não tem pé e nem cabeça e fica uma coisa chata e cansativa na verdade. Assim as coisas também pioram no ponto de vermos tudo indo para os ares quando o jogo vira. O assassino psicótico que Ruka está perseguindo revela que ela na verdade foi enganada esse tempo todo pelo seu chefe que depois da morte do seu pai a criou como uma filha.

Vemos o passado da nossa personagem por “flash-backs” mas isso não ajuda muito para explicar por ela se corta, temos uma rápida lembrança dela com a sua mãe e depois simplesmente some e não sabemos mais a verdade. Assim ela vai até o seu chefe. Devo dizer que o filme todo tem várias lutas bizarras e situações mais bizarras ainda, como o caso da primeira parte onde um cara tem a mão substituída por uma moto serra que gira, ou até uma mulher caracol que é uma espécie de prostitua mutante. E também o seu chefe que tem um bichinho de estimação que é uma mulher amputada.

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Quando Ruka se torna uma engenheira de vez, ela vai matando a rodo todos os policiais. Assim ela também acaba com o seu chefe, e nossa a cena da luta dela com o chefe é uma das coisas mais bizarras que já vi. Ruka corta as pernas dele e assim o sangue que sai vira um jato para ele a atacar. Realmente uma das coisas mais estranhas que já vi.

Mas o filme é bem interessante, vale a pena assistir e também ver todo aquele gore que é muito bem feito e bizarro. E sinceramente o Japão manda muito bem nesse gênero de filmes. Uma aula para outros filmes bizarros que tentam se levar a sério. É uma produção para assistir de qualquer jeito. Baixando, indo para o Japão, realmente não importa. Só assista!

Nota: 

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