Hellraiser III – Inferno na Terra (1992)

1992 / EUA, Canadá / 93 min / Direção: Anthony Hickox / Roteiro: Peter Atkins / Produção: Christopher Figg, Lawrence Mortoff; Paul Vincent Coleman (Produtor Assistente); Clive Barker (Produtor Executivo) / Elenco: Kevin Bernhardt, Terry Farrell, Ken Carpenter, Paula Marshall, Doug Bradley

Hellraiser” é um filme que conseguiu se reinventar dentro do que ele propõe para o seu universo de medo, culpa e também de luxuria e pecados. E acho que o terceiro da franquia é a prova de como ele consegue ser uma obra que abrange todo o universo que Clive Barker criou, então ele tem aquela áurea pecaminosa e mostra todo o poder dos cenobitas com cenas muito bem feitas para a época.

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A Profecia III – O Conflito Final (1981)

1981 / EUA, Reino Unido / 108 min / Direção: Graham Baker / Roteiro: Andrew Brikin / Produção: Harvey Bernhard, Andrew Birkin (Produtor Associado), Richard Donner (Produtor Executivo) / Elenco: Sam Neill, Rossano Brazzi, Don Gordon, Lisa Harrow, Barnaby Holm, Mason Adams

A Profecia” foi uma das minhas trilogias favoritas por vários anos, lembro a primeira vez que aluguei a primeira parte e ainda estava no colegial e quando assisti a segunda parte, foi quase um sacrifício para poder assistir já que por vários problemas o filme não pegava no DVD. Mas quando assisti a parte 3 nossa fiquei com uma decepção, achei o filme ao mesmo tempo legalzinho e também achando uma bosta por conta daquele clima meio “forçação de barra” que ele deixava.

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Damien: A Profecia II (1978)

1978 / EUA / 107 min / Direção: Don Taylor / Roteiro: Stanley Mann e Mike Hodges, Harvey Bernhard (história) / Produção: Harvey Bernhard, Charles Orne (Co-produtor), Joseph Lenzi (Produtor Associado) / Elenco: William Holden, Lee Grant, Jonathan Scott-Taylor, Robert Foxworth, Nicholas Pryor

Acho que “A Profecia” está no top 10 de trilogias favoritas, apesar de várias pessoas odiarem o que ela se tornou, especialmente a parte 3, eu adoro o rumo que ela teve e também como a evolução do Damien entre decidir se usa seus poderes de filho do demônio ou simplesmente ser uma pessoa normal. A segunda parte entra em choque com o certo e o errado, no caso como posso fugir do meu destino.

Se na primeira parte temos aquele choque entre colocar o satanismo na tela, uma criança como o filho do cramunhão e tal. Aqui vemos um adolescente tentando entender o que aconteceu com ele, porque tudo é estranho. Gosto de como o filme trabalha com isso de Damien ao mesmo tempo ser o anticristo e também lidar com problemas normais.

A diferença também se da pela mudança na direção, se na primeira parte temos a direção de Richard Donner. Aqui Don Taylor que fez uma caralhada de filmes, muda o tom da produção e o deixa mais acelerado e mais dramático na minha opinião.  O diretor tem uma experiência com filmes de terror, entre eles a “Ilha do Dr. Moreau” e outro que não é bem um terror e sim uma filme de suspense com ação que é “Nimitz – De Volta ao Inferno” que vale muito a pena assistir.

O filme teve pessoas de peso por trás como a trilha sonora do Jerry Goldsmith que é impressionante sempre. A produção custou 6,8 milhões e conseguiu faturar por volta de 26 milhões o que foi lucrativo e também uma carta branca para a produção do terceiro filme. Acho que a opinião da crítica deveria ter sido um alerta para os produtores sobre a produção do terceiro filme, lembrando que a profecia na verdade são quatro filme. Onde no ultimo a história é sobre uma menina que vira herdeira do Damien, realmente não tem como dar errado.

Quem já assistiu a primeira parte do filme já sabe quem é “Damien”. Acho que “A Profecia” poderia ser considerado um “Boyhood” pela evolução do personagem e não pelo ator. Já que no segundo filme o garoto agora um adolescente (Jonathan Scott-Taylor) finalmente toma consciência de que é o Anticristo e, após o choque inicial, passa a usar seus satânicos poderes para matar qualquer um que suspeite da sua herança demoníaca. Acho isso simplesmente foda e também muito legal. Mas pena que não da uma convencida na verdade.

“A Profecia II”, realmente não é um dos melhores filmes do mundo. Mas consegue deixar seu peso na história do cinema pela trama bem elaborada e também pelos efeitos da época. Eu pessoalmente considero  um excelente filme de terror, apesar das suas limitações no roteiro e também com atuações. Mas vale a pena assistir a obra como um todo.

Nota: 

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O Mestre dos Desejos (1997)

1997 / EUA / 90 min / Direção: Robert Kurtzman / Roteiro: Peter Atkins / Produção: Pierre David, Clark Peterson, Nöel Zanitsch; David Tripet (Coprodutor); Erik Salzgaber (Produtor Associado), Wes Craven (Produtor Executivo) / Elenco: Tammy Lauren, Andrew Divoff, Robert Englund, Chris Lemmon, Wendy Benson-Landes, Tony Crane, Kane Hodder, Tony Todd

Vocês se lembram quando a Rede Record passava  uns filmes de terror da hora? Como “Evil Dead“, “A Volta dos Mortos – Vivos“, “666 – A Ligação Infernal“, “Bonecas Assassinas” e claro esse filme que é “O Mestre dos Desejos“. Apesar de ser um filme bem mais ou menos, ele consegue ser divertido e abrir uma nova perspectiva sobre cultura, já que ele aborda um “gênio” do oriente médio que é conhecido como “Djinn“.

O filme tem muita influencia em “HellRaiser” do Clive Baker, pela forma da tortura e também a fotografia. Lembrando que a série “Arquivo X” tem um episódio muito bom falando desses gênios que quanto mais você deseja, mais mal você traz para você mesmo. É legal a forma como a série abordou isso e pena que o filme não conseguiu do mesmo jeito.

O filme é dirigido pelo Robert Kurtzman que trabalha mais com efeitos especiais entre eles se destaca “Pulb Fiction“, “Dança com Lobos” e “It Follows”. Sem contar que ele é sócio do Greg Nicotero que faz todas as paradas loucas em “Walking Dead“. Lembrando também que o filme é produzido pelo Wes Craven. O filme conta com participações de várias pessoas que trabalham com o cinema de horror como o Robert Englund nosso Freddy Krueger, Tony Todd o Candyman e o Ted Raimi (irmão do Sam Raimi, que aparece em tudo que o irmão faz).

Gosto como o filme se apresenta com um “terrir” e também todos aqueles exageros dos anos 90 que deixa as coisas bem divertidas. Acho que é típico dessa época não se levar a sério em algumas produções.  A partir que o demônio do cristal vai ficando mais forte, mais exagerado o filme fica e isso que é legal, a forma como ele não se leva a sério.

A história começa quando o “Djinn” é acordado do seu sono milenar. Para recuperar o seu reinado de terror, tudo o que Djinn precisa é convencer Alex (Tammy Lauren), a jovem que acidentalmente o despertou, a fazer três pedidos. Mas ela percebe rapidamente, quando faz um pedido, que os seus pesadelos se tornam realidade. Assim ela precisa enfrentar o gênio, antes que ele transforme a terra num reinado de terror.

Como eu disse a trama é bem absurda e tem um pé enorme na comédia. Adoro a atuação do Andrew Divoff como o gênio. E lembrando também que “Mestre dos Desejos” tem mais quatro filmes, tudo que é bom tem que ter várias continuações né? Apesar do primeiro filme ter tido uma boa bilheteria chegando a casa dos 15 milhões e gastando só 5. A primeira parte do filme foi a única a sair no cinema, o restante foi tudo para “home-video“. Mas é uma produção que vale a pena assistir para dar umas risadas e tal.

Nota: 

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Hellraiser 2 – Renascido das Trevas (1988)

1988 / Reino Unido, EUA / 99 min / Direção: Tony Randel / Roteiro: Peter Atkins; Clive Barker (história) / Produção: Christopher Figg; David Barron (Produtor Associado); Christopher Webster, Clive Barker (Produtores Executivos) / Elenco: Clare Higgins, Ashley Laurence, Kenneth Cranham, Imogen Boorman, Sean Chapman, William Hope, Doug Bradley

Acho que ”Hellraiser” é aquele típico filme onde a continuação é bem melhor que a primeira parte. Não dizendo que o primeiro filme é ruim, mas nesse eles conseguiram explorar muito bem a história por trás dos “cenobitas“. A história de ”Hellraiser” foi criada pelo diretor e escritor Clive Barker, aqui nessa sequencia ele apenas escreve a história e produz o filme.

Quem dirigi essa segunda parte é o diretor Tony Randel que consegue fazer um misto de filme de ação com filme um suspense incrível. Adoro muito como ele consegue trabalhar com um universo já estabelecido mas mesmo assim consegue inovar e trazer coisas novas. Pena também que depois disso ele não vai conseguir fazer mais nenhum filme bom, lembrando que ele dirigiu aquela perola do cinema que é “Amityville: Uma Questão de Hora“.

O primeiro filme apresenta um universo um tanto particular onde temos sadomasoquismo e um gore bem alto, principalmente para os padrões ingleses já que o filme é de lá. E lembrando que a Inglaterra é um dos piores países para ter filmes nesse tipo, só ver o “Fome Animal” do Peter Jackson que ficou um bom tempo sem passar na terra da rainha. Mas claro que a produção americana ajudou o filme a se popularizar, principalmente na segunda parte onde o lucro do filme chegou a casa dos 12 milhões.

A história começa a partir de onde parou o primeiro, onde após enfrentar os cenobitas, a jovem Kristy (Ashley Laurence) está em um hospital psiquiátrico, onde eles não acreditam em sua história. Mas mal sabe ela que o diretor da clínica, Dr. Channard (Kenneth Cranham) é um profundo estudioso do apavorante mundo dos cenobitas e do “cubo dos lamentos”. Disposto a conhecer tudo por trás dessa história, ele traz de volta a terrível madrasta de Kristy, Julia (Clare Higgins), que passa a matar inocentes. Mas numa reviravolta ela ajuda os cenobitas a se “libertar” daquele mundo.

Gosto muito dessa segunda parte por ter essa reviravolta no roteiro e também por apresentar os personagens com uma nova visão por assim dizer. Vemos que tudo aquilo não passa de uma maldição mesmo. O que me atrai mais é a mitologia por trás desse objeto de adoração que o cubo dos lamentos, algo que apesar de simples traz a dor para alguns ou o prazer para os outros.

Hellraiser 2 – Renascido das Trevas” teve uma crítica bem mista em relação ao primeiro filme, alguns críticos amaram e outros odiaram, mas apesar de realmente ter um vacilo nas partes finais, para mim não estraga o filme em nenhum momento e ao contrário só o engrandece a sair desse universo mais confortável que vemos no primeiro filme. “Hellraiser” teve várias sequencias onde uma fica pior que a outra. A terceira parte consegue ser mais ou menos, apesar do seu começo bem chato e o final ficar foda. Mas a partir da quarta parte, ai sim a tortura é levada a sério e não pelos cenobitas e sim pelos produtores que esses são os verdadeiros demônios.

Nota: 

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O Bebê de Rosemary (1968)

1968 / EUA / 136 min / Direção: Roman Polanski / Roteiro: Roman Polanski (baseado na obra de Ira Levin) / Produção: William Castle, Dona Holloway (Produtora Executiva) / Elenco: Mia Farrow, John Cassavetes, Ruth Gordon, Sidney Blackmer, Maurice Evans, Ralph Bellamy

Acho que um dos filmes mais da hora e também um dos mais tenebrosos é “O Bebê de Rosemary“, tanto pela história do filme que é bem macabra, como também as histórias de bastidores envolvendo atores e também o diretor Roman Polanski. Ele teve uma tragédia grande na sua vida, tanto na infância ao perder a mãe num campo de concentração até quando ele casou com atriz Sharon Tate e na época do lançamento do filme ela foi assassinada em sua casa pelo culto Charles Mason.

O filme é baseado na obra do escritor Ira Levin e Polanski o adaptou para o cinema, o filme também faz parte da trilogia do apartamento que conta com “Repulsa ao Sexo” e “O Inquilino“. Adoro muito esse filme que conta com dois temas que gosto particularmente em filmes de terror que é o terror psicológico, no qual não sabemos se a vitima realmente está sendo perseguida ou é tudo um delírio da sua cabeça. Como também o caso do filme trabalhar com satanismo e bruxaria, sendo que em umas das cenas mais perturbadoras quando Rosemary (Mia Farrow) está dormindo e começa a sonhar, os atores que fazem um ritual foram todos treinados por Anton LaVey que é fundador da igreja satanista dos E.U.A

Outro fato sobre é “O Bebê de Rosemary” é que ele ganhou vários prêmios como também indicações ao Oscar, no qual ganhou dois prêmios, um pelo seu roteiro e outro de melhor atriz coadjuvante para Ruth Gordon. Outra curiosidade é que em 1978 foi lançado uma espécie de filme para a televisão chamado “Look What’s Happened to Rosemary’s Baby” que é uma continuação bem das safadas mesmo.

A história do filme é sobre um jovem casal, Rosemarey (Farrow) e Guy Woodhouse (John Cassavetes), que se muda para um prédio habitado por estranhas pessoas, onde coisas bizarras acontecem. Quando ela engravida, passa a ter estranhas alucinações e vê o seu marido se envolver com os vizinhos, uma seita de bruxas que quer que ela dê luz ao filho das Trevas.

Basicamente essa é a história e consegue ser muito bem contata com a direção magistral de Polanski e os atores que são fenomenais, não tem um que não consegue ser destacar Farrow, Cassavetes e Ruth Gordon dão um show. E não é atoa também que ela é muito lembrada até hoje em dia por esse filme.

Digo para assistirem esse filme que abriu portas para “O Exorcista” e também “A Profecia” que bebeu muito dessa fonte de direção criada por Polasnki. Um baita de um filme que até hoje se surpreende e consegue ser muito tenebroso, independente da idade que você tenha e a geração que você pertence. Um verdadeiro clássico do cinema! E também um parte chave para mostrar que o cinema de terror também consegue criar clássicos como “O Bebe de Rosemary“.

Nota: 5 Caveiras

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REC (2007)

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2007 / Espanha / 78 min / Direção: Jaume Balagueró, Paco Plaza / Roteiro: Jaume Balagueró, Paco Plaza, Luis Berdejo / Produção: Alberto Marino (Co-Produtor), Carlos Fernández, Julio Fernández (Produtores Executivos) / Elenco: Manuela Velasco, Ferran Terraza, Pablo Rosso, David Vert

Já faz algum tempo que o gênero de terror anda ganhando muita força fora dos E.U.A, ou melhor, tendo um destaque maior. Vale lembrar do terror asiático (o melhor na minha opinião), até os europeus e passando para quem diria o oriente médio, tem mostrado um potencial alto em produzir coisas muito boas. Claro que os americanos sempre são destaques, principalmente para o publico “mainstream” que prefere algo com um formato já pronto, do que se aventurar em filmes diferentes e com propostas para lá de bizarras, visto pelos próprios cinema independente americano que quase não faz sucesso por lá.

Mas o pior é que quando um filme ganha um destaque bom lá fora, os americanos fazem um “remake” e foi assim com “Deixe ela Entrar” e “OldBoy” e na versão americana que “REC” ganhou um remake com o nome de “Quarentena“. O filme foi escrito e dirigido pela dupla Jaume Balagueró e Paco Plaza, que já tem uma experiência com o cinema de terror e também com outras produções dentro desse gênero. Outro ponto interessante é que o filme todo é gravado em “found-footage“, ou seja, aqueles tipos de gravação com a câmera na mão e tal. E também foi no mesmo ano que saiu “Atividade Paranormal“, apesar do primeiro filme ser muito bom, a produção espanhola também reinaugurou esse formato.

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REC” para mim é um dos melhores filmes da década de 2000, com um ótimo roteiro, atuações, efeitos e também aquela câmera na mão que chega a te dar vertigem, o filme consegue ser muito assustador e também dar aquela sensação de insegurança a todo momento, coisa totalmente diferente de “Atividade Paranormal” por exemplo que usa o mesmo formato de câmera mas as propostas são totalmente diferentes. O filme ganhou mais 3 sequencias, a parte 2 – Possuídos, que o titulo já joga na cara do que se trata, a parte 3 que é “gênese” que é um dos meus favoritos da série e também o legal é que ele abandona o “found-footage” no meio das filmagens e fica com uma câmera comum mesmo, achei isso bem divertido, a parte 4 que saiu em 2014, mas ainda não assisti.

Como eu tinha dito sobre o titulo da parte 2 de “REC” é que o filme não é subgênero voltado para “zumbis” e sim são demônios, na verdade a primeira parte deixa isso bem explicado mas a segunda eles dão uma explicação bem melhor e também mais legal. Na verdade você fica naquele estilo “Evil Dead” para saber se o que você está enfrentando é um demônio ou na verdade um zumbi mesmo, para mim é fácil responder! Se está possuído é demônio e pronto.

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O filme começa, quando uma repórter de televisão Ângela (Manuela Velasco) e seu cinegrafista Pablo (Pablo Rosso) seguem um grupo de bombeiros da cidade de Barcelona. Enquanto eles fazem um plantão noturno para um programa local. A repórter e o câmera acompanham os bombeiros, que são encaminhados a um condomínio para salvar uma senhora que está supostamente presa em seu apartamento, gritando e deixando os vizinhos assustados, ao entrarem no edifício, todos se deparam com a mulher tendo uma infecção raivosa, aos poucos o pessoal dentro do prédio percebe que aquela infecção não é uma coisa comum e sim, um vírus que te transforma numa criatura canibal. Eles não podem sair do prédio já que eles estão sendo mantidos em “quarentena”, o que nos leva a pensar numa teoria da conspiração também. Assim a  equipe de reportagem decide então filmar tudo o que acontece no local, enquanto tentam salvar suas vidas.

Acho “REC” um dos filmes mais sensacionais e criativos de todos os tempos, apesar de acharem as sequencias chatas e etc. Eu acho tudo magnífico e conseguem manter a história interessante e também você fica com uma adrenalina no corpo por assistir a esse filme, porque a todo momento você torce para que as pessoas consigam sair vivas dali, principalmente por cenas de tensão que são mostradas. A produção foi muito bem na verdade, o filme custo um milhão para ser feito e a sua renda foi de trinta e dois milhões e 428 mil dólares, um baita de um investimento. Então vale muito a pena assistir a esse filme original e realmente deixar os filmes americanos um pouco de lado e claro abraçar as propostas de outras produções.

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Nota: 

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