O Corvo (1963)

1963 / EUA / 86 min / Direção: Roger Corman / Roteiro: Richard Matheson (baseado no poema de Edgar Allan Poe) / Produção: Roger Corman, Samuel Z. Arkoff e James H. Nicholson (Produtores Executivos) / Elenco: Vincent Price, Peter Lorre, Boris Karloff, Hazel Court, Jack Nicholson

Acho que “O Corvo” é um dos meus filmes favoritos desse “Ciclo do Pavor” que Roger Corman fez usando as obras de Edgar Allan Poe.  A nossa querida “Versátil” lançou o filme no box “Edgar Allan Poe no Cinema – Volume 2” e digo que é um prato cheio para o fã do horror, principalmente por que conta com obras como “Dois Olhos Satânicos” que tem a direção do Dario Argento e do George Romero, “Histórias Extraordinárias” que tem um monte de diretor e ator foda e no segundo DVD temos “O Gato Negro” de Lucio Fulci.

Até pouco tempo atrás esse filme estava no catalogo da Netflix. Vale dizer que muita das produções de Roger Corman tem uma pegada mais de humor que propriamente dita de terror. Vale ver que temos Vincent Price fazendo um mago e Peter Lorre como um outro mago só que virou um corvo! Então deu para ver qual é do filme.

Uma curiosidade é que temos um jovem Jack Nicholson no elenco, isso foi antes dele tomar todas e entrar numa “bad trip” no final dos anos 60. Acho que esse foi o filme mais rápido de toda a carreira de Corman, durando apenas 15 dias para ser feito.

A história começa quando  poderoso feiticeiro Dr. Erasmus Craven (Price) vive recluso em seu castelo, de luto pela morte de sua esposa Lenore (Hazel Court) há dois anos, para tristeza da filha dele Estelle (Olive Sturgess). Numa noite, entra pela janela um corvo que se revela como o feiticeiro Dr. Bedlo (Lore), transformado na ave após um duelo de magia com o maligno Dr. Scarabus (Karloff). Craven o ajuda a voltar ao normal e Bedlo quer retornar ao castelo de Scarabus para a revanche. O doutor Craven vai junto pois Bedlo lhe contara que vira o fantasma de Lenore no lugar. Acompanha a dupla de feiticeiros Estelle e Rexford (Nicholson), filho de Bedlo. No castelo de Scarabus ocorre o novo duelo de magia dele com Bedlo e depois, a luta final com Craven.

Essa é uma produção totalmente diferente do que estamos acostumados, ou melhor, para quem viu os oitos filmes do ciclo do pavor de Corman, voltado para a comédia bem bonachona mesmo. Essa produção é bem divertida e também consegue deixar engraçado esses monstros do cinema, claro que estou falando dos atores. Mas para filme é um dos meus favoritos de Roger Corman.

Nota: 5 Caveiras

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