A Órfã (2009)

2009 / EUA, Canadá, Alemanha / 123 min / Direção: Jaume Collet-Serra / Roteiro: David Leslie Johnson, Alex Mace (história) / Produção: Leonardo DiCaprio, Susan Downey, Jennifer Davisson Killoran, Joel Silver; David Barrett, Christopher Fisser, Richard Mirisch, Henning Molfenter, Erik Olsen, Charlie Woebcken (Coprodutores); Aaron Auch, Ethan Erwin, Stacey Fields, Sarah Meyer (Produtor Associado); Don Carmody, Michael Ireland, Steve Richards (Produtores Executivos) / Elenco: Vera Farmiga, Peter Sarsgaard, Isabelle Fuhrman, CCH Pounder, Jimmy Bennet, Aryana Engineer

Eu lembro quando “Órfã” saiu nos cinemas, ou melhor, aquele borbulho de internet por conta de um filme. Fui assistir com um pé atrás na verdade por conta de achar esses borbulhos de  internet um verdadeiro “muito barulho, por nada” e dito e feito! O filme é legal e tal.Tem um final interessante e bem perturbador mas não apresenta nada de novo.

O filme foi dirigido por Jaume Collet-Serra que é um bom diretor na verdade, ele dirigiu “A Casa de Cera” que não é o melhor filme na verdade, mas é bem interessante o que apresenta. Depois ele trabalhou com Liam Neeson em alguns filmes de ação e ano passado dirigiu um filme que gosto muito que é o “Água Rasas“. Mas “A Órfã” apresenta uma boa direção tanto de atores como de fotografia que é muito bem realizada nesse ponto.

A crítica também ficou bem dividida em relação ao filme, mas mesmo assim teve um bom faturamento chegando a casa dos 78 milhões. A atriz mirim Isabelle Fuhrman da um show de atuação ao fazer uma criança psicopata sem ficar muito forçada. É engraçado ver como ela se divide em dois papeis na verdade. O primeiro de uma criança e depois de uma assassina, mas depois que você assiste ao filme e descobre o final e assiste novamente. Você percebe como ela consegue se dividir em vários pontos para enriquecer ainda mais a história.

Eu particularmente não gosto de filme que colocam crianças como assassinas. Acho meio estranho e bem arriscado na verdade. Apesar de gostar bastante de filmes como “O Anjo Malvado“, “Os Inocentes“, “A Inocente Face do Terror” e o terror espanhol “¿Quién puede matar a un niño?” que são filmes excelentes e verdadeiros clássicos do terror e do suspense. Mas é difícil dizer que “A Órfã” é um filme ruim na verdade.

A história aborda a vida de um casal. Kate (Vera Farmiga) e John Coleman (Peter Sarsgaard) que ficam arrasados devido a um trágico aborto. Apesar de já ter dois filhos, Daniel (Jimmy Bennett) e a surda muda Maxime (Aryana Engineer), o casal decide adotar uma criança. Durante uma visita a um orfanato, os dois se encantam pela pequena Esther (Isabelle Fuhrman) de nove anos e optam rapidamente por sua adoção. O que eles não sabiam é que estranhos acontecimentos fazem parte do histórico da menina que passa a se tornar, dia após dia, mais misteriosa. Intrigada, Kate desconfia que Esther não é quem aparenta ser, mas devido ao seu passado de alcoolismo tem dificuldades de provar sua teoria.

Acho interessante como o filme aborda esses pontos mais “comuns” como a perda, dificuldade de confiança tanto por parte da Vera Farmiga que faz um excelente trabalho como também do Peter Sarsgaard que está incrível no filme. Mas o que acho ruim em “A Órfã” é como ele fica forçado em criar situação e também como ele é chato em resolver seus conflitos, principalmente na parte final. Mas assista para tirar essas dúvidas! Pelo menos perder tempo você não vai.

Nota: 

Baixe o filme com legenda Aqui

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