A Casa dos 1000 Corpos (2003)

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2003 / EUA / 89 min / Direção: Rob Zombie / Roteiro: Rob Zombie / Produção: Andy Gould; Danielle Shilling Lovett (Coprodutora); Joel Hatch, Robert K. Lambert (Produtores Associados); Andy Given, Guy Oseary (Produtores Executivos) / Elenco: Sid Haig, William Bassett, Karen Black, Erin Daniels, Joe Dobbs III, Sheri Moon Zombie, Bill Moseley

Acho que é o “Jovem Nerd” que fez um podcast uma vez falando da “regra dos 15 anos“. No qual qualquer filme que você viu antes dos 15, não reveja porque com certeza vai ser uma merda total. Bom já quebrei essa regra várias vezes e a maioria foi uma coisa bom que ainda tenho um carinho pelo filme, mas também outra parte foi uma merda que é muito lamentável.

Um filme que entra nisso é “ A Casa dos 1000 Corpos” do diretor Rob Zombie. Ultimamente o diretor fã de terror, trash e bagaceiras em geral vem decepcionando e muito com uma par de filmes chatos, repetitivos e sem graça no ponto do terror em geral. Na minha opinião o diretor sinceramente não tem um filme bom, tem o ruim e o mais ou menos. Coloco no mais ou menos dois filmes dele o primeiro “Halloween” e “As Bruxas de Salém” e olha que esse ultimo passa raspando mesmo. Rob Zombie, como tinha dito é muito fã dos filmes de terror em geral e pelas suas obras, é mais fã dos filmes dos anos 70 como “O Massacre da Serra Elétrica“, “Quadrilhas de Sádico“, “Halloween” e “Aniversário Macabro” e claro em uma especifica cena desse filme que é “Evil Dead“.

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Mas lembro quando o filme saiu em 2003 e pude alugar o DVD um pouco depois e achei o filme foda e tal. Mas revendo agora e quebrando a regra dos 15 anos, pude comprovar tão picareta Rob Zombie é. A produção foi marcada por vários problemas, desde a sua classificação que ficou para um publico mais velho, graças as cenas de gore e splatter, completado com cenas de necrofilia a lá “Nekromantik” que coloca qualquer pessoa num estado de graça vendo esse filme. Mas nem é por isso que o filme fica ruim, é graças a sua edição chata e sem sentindo que deixa as coisas mais irritantes e também seu roteiro obvio.

Outro problema que o filme ficou envolvido é que ele foi originalmente produzido pela “Universal Pictures“, mas por conta de todos esses problemas citados, a produtora não quis lançar o filme. Então ficou um bom tempo engavetado. Mas quando o diretor conseguiu novamente os direitos a produtora independente “Lions Gate” lançou o filme. Mas claro que foi aquele desastre e a crítica caiu em cima matando.

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A história começa acompanhando o Capitão Spaulding (Sid Haig) que tem um loja de coisas “freaks“. No começo sabemos que ali não é a coisa mais normal do mundo e quando uns assaltantes vão lá e acabam mortos por ele e simplesmente depois aparece ele limpando o sangue como se nada tivesse acontecido é para se pensar que esse cara também é suspeito e isso se comprova em outro filme que é “Rejeitados pelo Diabo“. Assim acompanhamos a história de quatro viajantes que estão passando pelo local e entram na loja do Capitão. Impressionados por uma lenda local sobre um médico louco chamado “Dr. Satã” eles decidem encontrar o local onde ele foi morto, mas no meio do caminho eles encontram Baby (Sheri Moon Zombie, olha ela ai!). Referencia a “Massacre da Serra Elétrica” numero 1. Assim ela guia até o local que convenientemente é perto da casa dela, mas o grupo acaba preso em sua casa e assim ela conhece a sua família “Firefly” que é composta por  Otis (Bill Moseley), Killer Kal (Chad Bannon), a matriarca que é vivida pela atriz da “Nova Hollywood” Karen Black. Assim a família que também curte umas torturas (2), faz a vida dos quatros viajantes um inferno.

Nem preciso dizer que o filme é repleto daquele gore gratuito que realmente não faz sentido pela trama, porque depois eles vão jogar alguns para o Dr. Satã, onde se confirma que ele realmente está vivo. Mas aos poucos vamos percebendo que várias coisas são jogadas dentro do filme como uma forma de tentar chocar o publico. E as cenas de “flash’s” que o diretor acabou gravando e querendo deixar mais surreal a sua experiência acaba por deixar o filme ainda mais insuportável onde realmente poucas coisas se salvam dessa produção.

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Rob Zombie é um exemplo daquele diretor que acredita nele mesmo. Assim ele pensa que no ditado popular mesmo “o pica das galáxias“. O próximo filme dele o “31” ficou polemico antes mesmo de estrear. Mas é aquilo esperar para ver mais um filme repetido do diretor que fez sua fama por falar demais que é alguma coisa.

Nota: 

Baixe o filme com  legenda aqui

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