Warlock – O Demônio (1989)

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1989 / EUA / 103 min / Direção: Steve Miner / Roteiro: David Twohy / Produção: Steve Miner; Michael Fottreli (Produtor Associado); Arnold Kopelson (Produtor Executivo) /Elenco: Julian Sands, Lori Singer, Richard E. Grant, Mary Woronov, Kevin O’Brien, Richard Kuss

 

Confesso que muito ouvi falar sobre “Warlock” e a seus filmes e ainda mais sobre a história do filme. Que é mais um caça tesouro do que um próprio filme de horror. O que não deixa de ser um filme ruim, mas também não é excelente. Gostei muito de como ele mistura esse lance de bruxaria e arqueologia. Lembrou bem “A Lenda do Tesouro Perdido” que foi estrelado pelo deus da atuação Nicolas Cage. E é um filme que gosto muito, então está tudo em casa.

O diretor de Warlock é um velho conhecido dos filmes de terror. Ele é responsável pela direção da segunda e da terceira parte de “Sexta Feira – 13” e também da primeira parte de “A Casa do Espanto” que foi rodado em 1986. A produção tem aquele espírito de filmes que acabaram de ser rodado no final de uma década e começo de outra. Digo isso porque tem aquela maquiagem e efeitos muitas vezes prático como o Warlock voando que hora usa um “CGI” bem dos safados e outra aqueles efeitos que fizeram acreditar que Cristopher Reeves voava no filme do “Superman”.   Warlock-1989-10

Como eu disse o filme usa e abusa do tema de bruxaria e é uma coisa que se utiliza muito bem no roteiro. A produção começa no século XVII onde algumas pessoas estão indo queimar Warlock (Julian Sands) que também é conhecido em outras produções como “Encaixotando Helena”, “Aracnofóbia” e “Mistério e Paixões”. Pois bem, ele vai ser enforcado e depois queimado. Mas no melhor estilo “David Copperfield” ele consegue escapar e vai parar 3 séculos depois na agitada Los Angeles no exato ano de 1988. E de quebra ele leva sem querer o caçador de bruxas Redferne (Richard E. Grant). Warlock recebe uma missão do seu pai que é ninguém mais ninguém menos do que “O pata rachada”, “o tranca rua” e claro o “o mochila de criança”. A missão é para juntar as três parte da bíblia da bruxaria e dizer o nome de deus ao contrário. Vai saber o porque desse ritual.

O que fica legal no filme são as jogadas que o bruxo. Como Kassandra (Lori Singer) que é amaldiçoada e cada dia que passa ela envelhece 20 anos. É legal essas jogadinhas no roteiro e como ele coloca cada detalhe na trama. Por fim depois que Warlock junta as três partes, os dois vão até um cemitério para acabar com o bruxo para que ele não diga o nome de deus. As cenas de efeitos que cobrem o final do filme é muito massa, confesso que fiquei apaixonado por tudo. Principalmente por sua trama que realmente consegue nos prender a atenção e é cheio de reviravoltas.

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A produção do filme está cheio de figurões importantes como o roteirista que é David Twohy que escreveu alguns dos meus filmes favoritos como “O Fugitivo”, “A Invasão”, “Waterworld” e “Velocidade Terminal”. Outra pessoa é David Eggby que é o diretor de fotografia e responsável pelo primeiro “Mad Max” e claro Jerry Goldsmith o lendário compositor que fez a trilha para verdadeiros clássicos do cinema como “Patton”, “Chinatown” e “A Profecia”.  “Warlock – O Demônio” é um filme que consegue se equilibrar entre o terror e a aventura. Um filme muito foda e que merece sobreviver vários anos se cair no esquecimento.

Nota:    

Download: Torrent + legenda aqui.

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